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CORDEL DAS FÁBULAS FABULOSAS 

SINOPSE:

Um macaco lutando por sua banana; Um leão preso na armadilha de um caçador; As

aventuras de um velho para vender seu burro e a mais tradicional de todas as fábulas: A

Cigarra e a Formiga. Esse é o clima da peça Cordel das Fábulas Fabulosas

apresentada pela Cabriola Cia de Teatro, sob a direção de Heraldo Souza.


Fundindo os elementos do lúdico e do pedagógico, as histórias protagonizadas por

animais que possuem características humanas, ao mesmo tempo que distraem o

espectador, ilustram experiências e vivências próprias dos seres humanos. Desta

maneira, a aparência de entretenimento camufla a proposta didática presente na peça.

O texto segue a estrutura da literatura de cordel. E para contar as histórias, os atores

Etiene Bouças e Heraldo Souza, utilizam técnicas de origami, máscaras, fantoche e

danças folclóricas como ?Cavalo Piancó? que imita o trote da um cavalo manco.


DESCRIÇÃO:

Este espetáculo faz parte do Projeto de Incentivo a Leitura e Contação de Histórias criado pela Cabriola Cia de Teatro que teve início em 2009 com a peça ?Quem Conta, Faz-de-Conta? (Indicado ao Prêmio Braskem de Teatro como Melhor Espetáculo infanto-Juvenil de 2009) e participou de eventos como o Encontro de Culturas Populares e Identitárias na Bahia; FILTE 2010 ? Festival Latino-Americano de Teatro na Bahia e foi convidada para representar o Brasil e a Bahia no V ENCUENTRO INTERNACIONAL DE MAESTROS Y ESCUELAS DE TEATRO. QUITO 2011. Uma realização da UNIVERSIDAD CENTRAL DEL EQUADOR - FACULTAD DE ARTES.

"Cordel das Fábulas Fabulosas" é o terceiro trabalho desse projeto e o oitavo do repertório da Cia. que atende aos objetivos de produzir uma informação ampla e abrangente, disponibilizando conteúdos artísticos, permitindo o deleite estético e promovendo uma diversidade cultural através da oferta de programação diversificada, educativa e cultural a todas as faixas de público.

Objetivos: Psicólogos e comunicadores afirmam que as pessoas guardam 20% do que ouvem, 40% do que vêem e 60% do que vêem e ouvem ao mesmo tempo. Por isso objetivamos, com este espetáculo, incentivar a leitura ? por meio da combinação entre qualidade técnica, linguagem e conteúdo apropriado ? assim como despertar no espectador (pais e filhos) o gosto por contar histórias, visando a conquista de novos leitores e contadores no seu âmbito social.

Temporada / Eventos / Festivais: O espetáculo completará, em março de 2013, 02 anos em cartaz ininterruptamente, circulando por cidades do interior da Bahia e de outros estados, como Pernambuco e Santa Catarina, num total de 11 cidades e mais de 150 apresentações realizadas em espaços diversos como teatros, espaços culturais, bibliotecas públicas e em um "Palco Móvel" (caminhão que se desdobra para virar um palco). Estreou em 2011 no "Caldeirão Cultural" - Festival de Arte e Cultura do Subúrbio (Salvador). Este ano estreou na Capital Baiana em quatro grandes projetos para homenagear o mês das Crianças: Vilerê (O Mês da Criança no Vila Velha); Festival Xistinho (Arte, Brincadeira e Traquinagem no Espaço Xisto Bahia); Domingo Tem Teatro (Campanha de Popularização do Teatro para Infância e Juventude); FENATIFS (Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana - Edição Especial 2012). Já está selecionado para participar do 2º FESTCASA - Festival de Artes Cênicas de Caetité (Ba.) que acontecerá em novembro de 2012. E foi habilitado no Credenciamento do CCPI - Centro de Cultura Populares e Identitárias da Secretaria de Cultura do Esado da Bahia.

Formato: Parte dos elementos cênicos usados nas apresentações são confeccionados pelo público após uma oficina de origmi ministrada pelo Grupo antes das apresentações.


Estética: Fundindo os elementos do lúdico e do pedagógico, as histórias protagonizadas por animais que possuem características humanas, ao mesmo tempo que distraem o espectador, ilustram experiências e vivências próprias dos seres humanos. Desta maneira, a aparência de entretenimento camufla a proposta didática presente na peça.

O texto segue a estrutura da literatura de cordel. E para contar as histórias utilizamos técnicas de origami, máscaras, fantoche e danças folclóricas como ?Cavalo Piancó? que imitando o trote da um cavalo manco. 


Intercâmbio Cultural: Este espetáculo resultou de um intercâmbio cultural entre a Cabriola Cia de Teatro (Salvador) e o Grupo Cantos do Rio (Rio de Janeiro) que assina a trilha sonora original e contribuiu para a adaptação do texto.


JUSTIFICATIVA:

Muitas vezes, as pessoas acham que estimular a leitura significa dar de presente um livro ou obrigar a criança a ler algum livro dado a ela. A leitura é um ato cultural e, no Brasil, essa atividade não goza de grande prestígio. Para começar, deve-se considerar que o leitor é uma pessoa que possui gostos e preferências como qualquer outra. Por conta disso, impor leituras desde cedo pode não funcionar como estímulo e até mesmo gerar desinteresse. Cotidianamente há outros problemas que interferem na relação com a leitura, como colocar de castigo uma criança e obrigá-la a ler como punição. Diante dessa atitude, cria-se uma relação de ódio com a leitura e aversão ao livro, pois ele ficou associado com algo negativo. 

Enfim, a leitura precisa fazer parte dos assuntos familiares, os pais leitores estimulam muito mais seus filhos a lerem do que os que presenteiam os filhos com livros que jamais abriram. Delegar a responsabilidade de incentivo à leitura para a escola é uma atitude muito cômoda, mas pouco eficaz.

Contar histórias para crianças (fazer de conta) é sustentar o imaginário, é ter a curiosidade respondida em relação a muitas perguntas, é encontrar idéias para solucionar questões, é uma possibilidade de descobrir o mundo intenso de conflitos, dos impasses, das soluções que todos vivemos e atravessamos através dos problemas que vão sendo enfrentados (ou não), resolvidos (ou não), pelos personagens de cada história. Fazer de conta é uma fonte muito rica de incentivo à leitura. Além do prazer que proporciona à criança (e aos pais), contribui para educar-lhe o ouvido e a sensibilidade. Ver e ouvir histórias não é apenas um lazer, um passatempo; é, também, um recurso valioso e agradável para a predisposição à aprendizagem e para sua complementação.

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